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Aposentados do INSS realizam protesto em Belém

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Em alusão ao Dia do Aposentado, o Sintprevs (Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Previdência,
Saúde, Trabalho e Assistência Social no Estado do Pará) realiza um ato, nesta terça-feira (24), em frente
ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), na avenida Nazaré, em Belém, para reivindicar o fim
do fator previdenciário e a recomposição de valores de benefícios previdenciários.
Segundo o sindicato, a categoria tem tido várias perdas salariais desdes os últimos reajustes do salário
mínimo. O ato também pretende chamar atenção para a situação dos aposentados e pensionistas de todo
país.
'Aproveitamos o Dia Nacional dos Aposentados para realizar este ato, que tem por objetivo chamar
atenção para a questão da previdência que não mantém a integralidade e nem os reajustes, o que
contribui para a desvalorização da categoria', explica Antônio José Maués, um dos coordenadores do
Sintprevs.
De acordo com Maués, os aposentados e pensionistas brasileiros acumulam várias perdas. 'É inegável
que os trabalhadores fazem uma força enorme para se aposentar, mas há um achatamento do
aposentado, pois o governo não acompanha os nossos reajuste. Temos um gasto enorme com a saúde
pública, porque os hospitais não funcionam corretamente e também precisamos de remédios', explica.
Outra reivindicação da categoria que ganha acima do piso previdenciário do INSS (R$ 622) é em
relação às contas com o Imposto de Renda. De acordo com o Sintprevs, quem ganhava R$ 1.566,62 era
isento do Imposto de Renda. Com o reajuste de 6,08%, o benefício subirá para a casa dos R$1.661,87,
ultrapassando o novo limite, de R$ 1.637,11. Logo, o segurado será tributado em 7,5% sobre o valor da
diferença, que é de R$ 24,76.
'O reajuste da tabela do IR abaixo da inflação gera um processo de supertributação. É claro que qualquer
correção é melhor do que nenhuma, mas um problema é gerado quando essa correção é abaixo da
inflação', explica Luiz Antônio Benedito, Diretor de Assuntos Técnicos do Sindifisco (Sindicato
Nacional dos Auditores Fiscais da Receita do Brasil). Segundo o especialista, a tabela do Imposto de
Renda aplicada atualmente conta com defasagem histórica de 60%.
O ato dos aposentados e pensionistas deve durar a manhã toda e contará com debates e palestras para
discutir a situação da categoria no Pará e no Brasil.
*Fonte: Redação Portal OR
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Em alusão ao Dia do Aposentado, o Sintprevs (Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Previdência, Saúde, Trabalho e Assistência Social no Estado do Pará) realiza um ato, nesta terça-feira (24), em frente ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), na avenida Nazaré, em Belém, para reivindicar o fim do fator previdenciário e a recomposição de valores de benefícios previdenciários.
Segundo o sindicato, a categoria tem tido várias perdas salariais desdes os últimos reajustes do salário mínimo. O ato também pretende chamar atenção para a situação dos aposentados e pensionistas de todo país.
'Aproveitamos o Dia Nacional dos Aposentados para realizar este ato, que tem por objetivo chamar atenção para a questão da previdência que não mantém a integralidade e nem os reajustes, o que contribui para a desvalorização da categoria', explica Antônio José Maués, um dos coordenadores do Sintprevs.
De acordo com Maués, os aposentados e pensionistas brasileiros acumulam várias perdas. 'É inegável que os trabalhadores fazem uma força enorme para se aposentar, mas há um achatamento do aposentado, pois o governo não acompanha os nossos reajuste. Temos um gasto enorme com a saúde pública, porque os hospitais não funcionam corretamente e também precisamos de remédios', explica.
Outra reivindicação da categoria que ganha acima do piso previdenciário do INSS (R$ 622) é em relação às contas com o Imposto de Renda. De acordo com o Sintprevs, quem ganhava R$ 1.566,62 era isento do Imposto de Renda. Com o reajuste de 6,08%, o benefício subirá para a casa dos R$1.661,87, ultrapassando o novo limite, de R$ 1.637,11. Logo, o segurado será tributado em 7,5% sobre o valor da diferença, que é de R$ 24,76.
'O reajuste da tabela do IR abaixo da inflação gera um processo de supertributação. É claro que qualquer correção é melhor do que nenhuma, mas um problema é gerado quando essa correção é abaixo da inflação', explica Luiz Antônio Benedito, Diretor de Assuntos Técnicos do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita do Brasil). Segundo o especialista, a tabela do Imposto de Renda aplicada atualmente conta com defasagem histórica de 60%.
O ato dos aposentados e pensionistas deve durar a manhã toda e contará com debates e palestras para discutir a situação da categoria no Pará e no Brasil.
*Fonte: Redação Portal OR, com informações do Sintprevs/PA

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